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http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-5152893703997924428 Slimmy e os seus amigos em versão acústica, foi assim que o músico do Porto se apresentou para mais uma noite de Subscuta. De portuense, Slimmy tem pouco...é um emigrante português em Inglaterra que absorveu a cultura local, ou seja, um músico com pose de rockstar londrina. "Beatsound Loverboy" (música com a etiqueta «Morangos com Açúcar»), "Bloodshot Star"(a tal da que serviu de entrada para um episódio do CSI Las Vegas) e o novo single "Showgirl" fizeram parte do alinhamento. Senhor de um público fiel, que preencheu a plateia do auditório, Slimmy apesar de desorientado geograficamente (agradeceu à Câmara Municipal de Valongo(!)pelo convite), esteve perfeitamente concentrado nas suas músicas. Mas palavras para quê? Aqui ficam algumas fotos da noite. Texto: Pedro Gonçalves Fotos: Pedro Cola http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-5141252715836000070 ![]() http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-4877986298068498778 ![]() Os Green Machine regressam a casa e vão encher o auditório do Museu de Olaria com um sabor diferente do que tem sido habitual no Chá das Quintas - o sabor do Rock'n'Roll! Trazem na mala e nos bolsos o último álbum "Green Machine Plays Ghost". ?Ghost? é sobre a ausência! É sobre vivos e mortos! Foi passado para bobine com toda a nossa alma na primeira metade do mês de Novembro de dois mil e sete! Toda a produção ficou a cargo de Paulo Miranda e os estúdios foram os da Amp, em Viana do Castelo! Pedro Oliveira (bateria), Ângelo Sousa (baixo), Bruno Costa (guitarra) e João Pimenta (voz) tiveram como convidados, Filipe Miranda (The Partisan Seed), Francisco Silva (Old Jerusalem), Luís Fernandes (The Astroboy, peixe:avião) e Duarte Monteiro (Tree Valley). Até à gravação do disco, os Green Machine deram cerca de 70 concertos em Portugal e Espanha, quer promovendo o ep ?Themes for the hidebounds? (2006; edição de autor), quer o split em vinil 7" com os Autoramas (2007; Groovie Records)! Pelo meio participaram ainda nas compilações: ?Acorda!? (Antena 3 / Cobra), ?Novo Rock Português? ( Chiado Records), ?Um ano de bailarico? (Lovers and Lollypops), ?Input/Output? (Honeysound) e ?Compilacion Aambulanciaa? (Aambulanciaa Records - Madrid). Partilharam palcos com combos como Black Lips (USA), Lords of Altamont (USA), Vicious 5, Mojomatics (ITA), Xutos e Pontapés, Grabba Grabba Tape (ESP), Born a Lion, Juanita y Los Feos (ESP), X-Wife ou Tokyo Sex Destruction (ESP). Conhecidos pela imprensa, amigos e até alguns desconhecidos, como autêntico dinamite em palco, Green Machine é sobre deixar a alma nos locais e vir recolhê-la no fim! ?Green Machine plays Ghost? é sobre o tempo das luzes desligadas e saiu em Abril de 2008 pela Rastilho Records. Entrada: 3? » Estudantes: 2? » Sócios: gratuito 20.Novembro.2008 » 21:30h » Auditório do Museu de Olaria http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-1549987590135060737 ![]() Os Black Bombaim vão estar em Coimbra, dia 22 de Novembro (Sábado), pelas 19h00 no programa Santos da Casa, da Rádio Universitária de Coimbra, para uma entrevista com Nuno Ávila e Fausto da Silva. Pelas 22 horas do mesmo dia, segue-se um concerto no Via Latina, em Coimbra, com Black Bombaim, Alice In Wonderland Syndrome e Josué,O Salvador. http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-1477393227964992155 ![]() Algumas das reacções ao concerto em: Metal Underground. http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-4256148856400078263 ![]() «O regresso de The Partisan Seed com um segundo trabalho, ?Indian Summer?. Um disco de dez canções, gravado com a colaboração dos amigos de sempre e de outros convidados, do qual se destacam participações como o dueto com a australiana Charity Carleton, o spoken word de Abel Hernández ou a poesia de Jorge Reis-Sá.» PR Dia 22 de Novembro, The Partisan Seed estará ao vivo em Vigo, na Sala El Contrabajo, pelas 23 horas. http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-7341546007101705018 ...Lembram-se? Não acabaram e vão estar cá Sexta-Feira! Sempre a rock'n'rollar! http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-7881736464190976869
Dois anos depois do belíssimo «Visions Of Solitary Branches», The Partisan Seed regressa agora com «Indian Summer», um disco mais íntimo, mas tão ou mais belo que o anterior.
Em dez temas, Filipe Miranda, o homem por detrás do projecto The Partisan Seed, prova a cada tema, a maturidade conquistada ao longo dos anos como escritor e compositor de canções de natureza folk. E faz desta a sua natureza base, estendendo-a a participações bem sucedidas, comprovando-o no dueto com a australiana Charity Carleton em ?Ofélia (again)?, o segundo single extraído de Indian Summer. Realce, impossível de passar despercebido, para o Spoken Word de Abel Hernandéz (Ex-Migala, El Hijo) em ?La Ultima Piedra de Una Novena?. Para pérola do disco, ?Judy (somewhere)? enche-nos o coração com alma e vontade de não a querer voltar a perder. Com o toque de cada um dos convidados, The Partisan Seed fabricou um disco firme e seguro de si, talvez o mais simplista e minimalista da sua já considerável longa carreira como músico, onde as canções acústicas, transformam-se em temas cheios de vida a cada audição. Um álbum para desfrutar em repetições sucessivas durante este Outono, até um próximo trabalho do músico, novamente, agarrar-nos ferozmente. Ilídio Marques http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-8077214878992602925 Projecto barcelense apresentou o disco ?Indian Summer? The Partisan Seed enche Theatro Circo O pequeno auditório do Theatro Circo, em Braga, encheu, na passada sexta-feira, para assistir à apresentação do segundo álbum de The Partisan Seed, ?Indian Summer?. ?Ditch? e ?Judy (somewhere)? foram alguns dos novos temas que fizeram as delícias do público. Mas ?Visions Of Solitary Branches?, o álbum de estreia, não foi esquecido e ?Autumn Sky? foi a canção perfeita na noite fria de Outono que se fazia sentir. Lá fora, claro... Depois de entrar sozinho em palco, Filipe Miranda, o músico por detrás do alter-ego The Partisan Seed, não deixou de contar com a colaboração ?dos amigos/família de sempre?: Pedro Oliveira na bateria, Nuno Fernandes na guitarra e bandolim, João Coutada no baixo e Ricardo Falcão nas teclas, melódica e percussões. O Jornal de Barcelos esteve à conversa, depois do concerto, com Filipe Miranda para nos falar sobre este novo disco e sobre os seus outros projectos actuais e passados. Apresentaste hoje o teu novo álbum ?Indian Summer?, aqui no Theatro Circo, qual a diferença entre este novo álbum e o antecessor ?Visions of Solitary Branches?? As partes que eram instrumentais, aqueles bocadinhos que eram curtições não existem neste álbum. Tinha dezoito temas e oito deles ficaram para outra coisa. Fiquei só com as canções. Este é um disco de canções. As músicas são todas cantadas, tirando uma. Além de The Partisan Seed tens outros projectos (Inter.mission e Nikouala), mas este acaba por ser o que gostas mais? Este é o mais pessoal. É um registo mais íntimo, mais sentimental... É mais sensível. Com Nikouala pouco tocámos. E foi com filmes, improvisa-se mais. Aqui também se improvisa, mas Nikouala é mais livre, é uma exploração. É mais exploração do que canções. E Inter.mission é as duas coisas, nem sei o que é aquilo, ninguém sabe... E The Partisan Seed nasce mais pelo teu gosto pela folk americana? Não, por acaso o folk americano não cabe aqui. Então como defines a tua música? Não consigo definir, mas não é americano, isso é uma coisa que eu não sinto... Aquilo que pode soar ou as colagens que se podem fazer, às vezes, não é necessariamente igual àquilo que queres fazer. É fácil veres uma guitarra acústica, um gajo a solo, a cantar em inglês e catalogas de folk americano. É a associação que eu também faço, mas na realidade não é. É mais português que americano. Estás a começar a promover este disco. Já estás a pensar noutro? Continuas sempre a trabalhar, a escrever canções? Sim, sempre. Agora vamos fazer Inter.mission, depois do natal. Vamos acabar a mistura. O disco já foi gravado em 2004 e, à partida, vai sair em Janeiro. Com este álbum estás à espera da confirmação dum estatuto? Isso do estatuto é um bocado treta. É aquilo de estar na moda e toda a gente gosta e no ano seguinte ninguém quer saber de ti. Mas desde Kafka que tens aquele estatuto de génio alternativo... A cena do alternativo é fixe. Pensar no alternativo é engraçado... Lembro-me de ter onze anos e aparecerem os Nirvana e os Smashing Pumpkins e aquilo ser altamente e ser diferente. Ouvia Led Zeppelin e Pink Floyd, que era música alternativa, e de repente estão nos tops... Será que isto é alternativo, será que não é? O que é o alternativo? Tens medo de chegar aos tops? Eu curtia, era fixe. Mas eu nunca na vida entro num top. Nunca vou ter aquela cena do JP Simões de vender muitos discos, porque há comunicação até certo ponto. A partir desse ponto, há pessoas que não vais atingir, porque é chato e é Inglês... Mas já sentiste preconceito por a tua música ser em Inglês? As pessoas falam muito disso. Eu não sinto nada, é-me indiferente. Mas não pões de parte, um dia, teres uma música em Português... Claro que não. Com Kafka cantámos sempre em Português até 2001. Já antes tínhamos os Servos da Gleba e antes ainda os Dilema, que foram sempre cenas em Português. Sempre cantei em Português até que um dia decidi experimentar. Estive, então, dez anos a cantar em Português, depois estive um ou dois a experimentar o Espanhol, o Alemão, o Francês, o Inglês... E o Inglês parece que se adequa às coisas que estou a fazer agora. Um dia destes canto noutra língua qualquer. Não penso muito nisso. Falaste do teu passado musical... Tiveste um papel importante no desenvolvimento da cena musical em Barcelos. Como vês agora o panorama actual em relação à altura em que começaste? Há mais coisas, há mais formas de divulgar, mas na realidade não existe muita cola. Não sinto cola a nível de entrosamento das pessoas. Se calhar, eu também estou fora e não consigo ver tudo. Devo conhecer todas as bandas de Barcelos. Tento conhecer sempre, porque é fixe. Mesmo que não seja o género que a gente gosta, seja qual for a banda é sempre fixe. Parar é morrer. Nós já tocámos com Oratory, eles vinham aos nosso ensaios e na altura tocávamos stoner rock. Tinha para aí catorze anos. Andávamos todos juntos e tocávamos com o material deles e eles com o nosso... Qual a percepção que tens do concerto de hoje. Não sei como estava lá fora mas, para mim, foi altamente. Entrevista por Pedro Silva e Ilídio Marques in Jornal de Barcelos Foto: Pedro Cola http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-4184672949326862447 ![]() http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-3424532319850167779 ![]() http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-6464672715868968268 © Paulo RomãoReza a lenda que Joaquim Pinto se encontrou com Harry Crosby, baixista dos Swans, durante um concerto da banda americana na cidade de Berlim, em Outubro de 1984. "Tens cara de baixista", terá dito Crosby a Joaquim Pinto. No mês seguinte, Joaquim Pinto comprou um baixo e fundou, em conjunto com Miguel Pedro e Adolfo Luxúria Canibal, os Mão Morta. Braga, cidade dos arcebispos e bastião por excelência da direita ultra-conservadora, via assim nascer, por ironia do destino, uma banda cuja postura viria, ao longo dos anos, a afrontar os valores morais e políticos de uma sociedade culturalmente atrasada e na ressaca do salazarismo. (?) O concerto de estreia dos Mão Morta teve lugar no Orfeão da Foz, no Porto, a 12 de Janeiro de 1985. (?) As performances e o carisma de Adolfo Luxúria Canibal fizeram nascer, desde os primeiros momentos, um culto muito especial à volta da banda. (?) E o culto foi crescendo ? [?] Em 2008, depois do êxito da apresentação e da bem sucedida itinerância do espectáculo ?Os Cantos de Maldoror?, onde as marcações, o cenário e o guarda-roupa ditavam as regras, os Mão Morta regressam à liberdade do formato clássico de concerto musical para explorarem o seu longo repertório de canções e manifestos, onde ?Oub?Lá?, ?E Se Depois?, ?Budapeste?, ?Anarquista Duval? ou ?Em Directo (Para a Televisão)? têm lugar cativo. Intitulada explicitamente ?Ventos Animais?, do título de uma canção do seu segundo disco ?Corações Felpudos?, esta digressão quer-se revisitação e jubilação de um património partilhado, transmutando os ventos animais em sopros de festa rija e inesquecível. [Tour auditórios: ?Ventos Animais?] Reza a lenda que Joaquim Pinto se encontrou com Harry Crosby, baixista dos Swans, durante um concerto da banda americana na cidade de Berlim, em Outubro de 1984. "Tens cara de baixista", terá dito Crosby a Joaquim Pinto. No mês seguinte, Joaquim Pinto comprou um baixo e fundou, em conjunto com Miguel Pedro e Adolfo Luxúria Canibal, os Mão Morta. Braga, cidade dos arcebispos e bastião por excelência da direita ultra-conservadora, via assim nascer, por ironia do destino, uma banda cuja postura viria, ao longo dos anos, a afrontar os valores morais e políticos de uma sociedade culturalmente atrasada e na ressaca do salazarismo. (?) O concerto de estreia dos Mão Morta teve lugar no Orfeão da Foz, no Porto, a 12 de Janeiro de 1985. (?) As performances e o carisma de Adolfo Luxúria Canibal fizeram nascer, desde os primeiros momentos, um culto muito especial à volta da banda. (?) E o culto foi crescendo ? [?] Em 2008, depois do êxito da apresentação e da bem sucedida itinerância do espectáculo ?Os Cantos de Maldoror?, onde as marcações, o cenário e o guarda-roupa ditavam as regras, os Mão Morta regressam à liberdade do formato clássico de concerto musical para explorarem o seu longo repertório de canções e manifestos, onde ?Oub?Lá?, ?E Se Depois?, ?Budapeste?, ?Anarquista Duval? ou ?Em Directo (Para a Televisão)? têm lugar cativo. Intitulada explicitamente ?Ventos Animais?, do título de uma canção do seu segundo disco ?Corações Felpudos?, esta digressão quer-se revisitação e jubilação de um património partilhado, transmutando os ventos animais em sopros de festa rija e inesquecível. [Tour auditórios: ?Ventos Animais?] http://www.mao-morta.org/ 21 de Novembro/Sexta-feira/Auditório S.Bento Menni Bilhetes: ?10. http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-4768511393103229823 ![]() Os Green Machine regressam a casa e vão encher o auditório do Museu de Olaria com um sabor diferente do que tem sido habitual no Chá das Quintas - o sabor do Rock'n'Roll! Trazem na mala e nos bolsos o último álbum "Green Machine Plays Ghost". 20 de Novembro - Chá das Quintas Museu de Olaria - Barcelos, 21.30h www.myspace.com/greenmachinesucks www.chadasquintas.blogspot.com http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-6293318038439097070 ![]() http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-6172046376196397257 ![]() http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-1390560556753696357 ![]() http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-2274591924524844785 ![]() Poucos dias antes do concerto de abertura para o norte-americano Brant Björk (Ex-Kyuss, Fu Manchu), marcado para este Sábado no portuense Porto-Rio pelas 22 horas, o trio barcelense Black Bombaim dá a conhecer mais dois temas do álbum de estreia, a sair no início do próximo ano. Masterizados na Califórnia por John Golden (trabalhou com bandas como Sonic Youth, Pelican ou Neurosis), "Deuces Wild" e "68'Camaro" junta-se a "Blow Vanish #2", tema revelado anteriormente, para aguçar o apetite do concerto no Porto. Audições em: Black Bombaim. A Brant Björk e Black Bombaim, agregam-se os lisboetas Marbles, para aquela que é já uma das melhores noites de concertos do ano, por isso é não perder! http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-8578644730814650587 Theatro Circo - 07/11/2008 Da penumbra surge encapuçada uma semente que deambula até ao instrumento mais próximo, um órgão. Este servirá à ruptura da capa e ao brotar de ?The Partisan Seed? para o novo álbum ?Indian Summer?. Devorar até ao fim a intensidade com que foi vivida cada palavra de Nico (Filipe Miranda) nas suas letras, profundas, intensas, a cheirar a verão. Dêem ao poeta o que o poeta quer, espaço, muito espaço para quebrar correntes de inércia no pensamento humano e fazer a alma pairar sobre uma montanha. É a contemplar este horizonte que viajamos para bem longe? Com a sala bem composta, o primeiro tema a solo, ?Judy (somewhere)?, foi o despertar de uma apresentação exemplar de Nico. O resto dos elementos foram surgindo em palco à medida que as músicas iam necessitando da sua presença e foi na terceira que, Nuno Fernandes na guitarra, acompanhou primordialmente com sons minuciosos, perfeitos. Já no quinto tema tivemos a presença num outro órgão de Sonic (Pedro Oliveira), que é baterista de muitos outros projectos e aqui também mais tarde. De seguida completou-se o leque de músicos que estiveram presentes, João Coutada entrou para o baixo e Ricardo Falcão para o órgão, dando-se então à mudança de Sonic para a bateria. Com todos os músicos em palco, foram-se escutando temas que iniciavam calmamente e progrediam numa toada de sentimento quase cósmico, repleto de ritmo e êxtase, fazendo lembrar os Xamanes de outrora. Um desses temas foi totalmente rítmico, usando batuque, pandeireta, bateria, chocalho e a parte de trás do corpo de um peculiar bandolim usado anteriormente num dos temas por Nuno, acabando a soar quase como música celta. O Encore que se seguiu foi inteiramente merecido. O álbum está delicioso. Os próximos concertos são, sem dúvida alguma, a não perder. Texto e Foto: Pedro Cola (Fala-me de Música) http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-3932723326649510454 Depois do primeiro arranque da tour - o concerto de apresentação de 'Indian Summer', que teve lugar no pequeno auditório do Theatro Circo - The Partisan Seed avança esta semana para o Porto. O disco 'Indian Summer' está já disponível para compra online no site da honeysound e nos locais de concerto. Durante a próxima semana, estará acessível em lojas por todo o país, numa distribuição da Compact Records. Já amanhã, sexta-feira, pelas 22horas no portuense Maus Hábitos. Aconselhado! Foto: Pedro Cola http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-2019440542443503556 ![]() http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-7654098058796601693 Fotos: Pedro Cola/Fala-me de Música http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-1778420935530713030 ![]() Ele descreve a cena com candura "São duas touras que entram velozes na baía de Miami, duas modelos, a loira e a 'brunette'. Elas detestam-se. Uma delas vai morrer electrocutada". A imagem mete chispas e sol e lanchas de cavalos velozes, e ainda mais os Ray Ban de David Caruso. Estamos na série de TV "CSI", território Miami, aventura forense n.º 23, 4.ª temporada. Muito apropriadamente, o episódio chama-se "Shock" a canção que se ouve é composta e interpretada por um português nascido no Porto [in JN, por José Miguel Gaspar]. Chama-se Slimmy. Depois de uma digressão, em 2007, com mais de 40 espectáculos por todo o país, o músico que entrou para a galeria dos notáveis com a inclusão de um dos seus temas na série C.S.I. Miami, que tem a mesma canção a rodar na MTV 2 e uma outra que é banda sonora do programa de resumos dos jogos de futebol da Liga Inglesa na Sky Sports, está com uma nova tour. Desta feita, a ?The Sex and Love Tour? levará para a estrada não só as músicas do tão aclamado álbum de estreia ?Beatsound Loverboy? como temas inéditos nunca tocados anteriormente. No Subscuta o concerto de Slimmy será acústico com participação especial de Quico Serrano ao piano. http://www.myspace.com/slimmyuk 14 Novembro (sexta-feira)/22h/Auditório da Biblioteca Municipal de Barcelos. Bilhetes: 3? http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-6895214783118009254 ![]() 7 Novembro / Theatro Circo / Braga / 22h00 Depois da edição em final de 2006 do álbum 'Visions Of Solitary Branches', The Partisan Seed regressa com um segundo álbum intitulado 'Indian Summer'. Um disco de dez canções, num registo um pouco mais lo-fi. Este disco tem a sua primeira apresentação esta sexta-feira no Theatro Circo em Braga, entidade que apoia a edição da Transporte de Animais Vivos. O início de uma tour que passará nos próximos meses por Portugal e Espanha. 'Indian Summer' foi gravado com a colaboração dos amigos/família de sempre: Lisete Santos (ex-Kafka), Nuno Fernandes, Pedro Oliveira (Green Machine, Peixe:Avião), Marta Falcão, José Arantes (La La La Ressonance, Nikouala) e Ricardo Falcão (ex-Kafka) ; além de incluir outras novas participações: o dueto com a australiana Charity Carleton (Ichabod's Crane), o spoken word de Abel Hernández (ex-Migala, El Hijo), a guitarra de Sérgio Mendes (Mazgani) e a poesia de Jorge Reis-Sá. http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-5477770097459488144 ![]() 06 Novembro 2008 / 21:30h /Auditório do Museu de Olaria Música inspirada na folk e na country-music da américa do norte, com sonoridade Low-Fi, The Unplayable Sofa Guitar situa-se na corrente habitualmente designada por «alternative country». «Alternative» pela tentativa de inovação sonora que alia sintetizadores, computadores, guitarras eléctricas e acústicas, a guitarras ?dobro?, banjo, slide-guitar e voz. «Country» pela inspiração, pelas influências, pelo conteúdo lírico, pela instrumentação. Libertando-se de todas as teias estilísticas que eventualmente prenderiam a sonoridade do grupo aos bons resultados alcançados em 2002, despido de elementos (passa de 8 músicos para 4) a actual sonoridade The Unplayable Sofa Guitar inspira-se cada vez mais na sonoridade despida da folk americana, do blues do Delta e do punk-rock. O primeiro álbum foi distinguido como um dos 12 melhores de 2002 pelo semanário musical Blitz e foi banda do mês, na FNAC, em Julho do mesmo ano. O álbum de 2005 «Rocky Grounds Big Sky» recebe também distinção geral da crítica situando-se em 11º na lista de melhores álbuns do ano. Mas, mais do que a preocupação com uma etiqueta de catalogação para definir a sonoridade, The Unplayable Sofa Guitar trabalha agora para o lançamento do terceiro álbum. Este concerto no Museu de Olaria, em Barcelos, será o momento ideal para assistir, ao vivo, à música que os The Unplayable Sofa Guitar têm vindo a criar nos 6 anos que os separam já do álbum de estreia. Com concertos em locais e ocasiões marcantes como o Auditório da Fonoteca Municipal de Lisboa (2004) Festival de Paredes de Coura (2005) ou o Anfiteatro da Culturgest (2007) esta é uma das poucas, raras, oportunidades para acompanhar e se sentir acompanhado pelos sons dos desertos pedregosos e dos céus sem fim presentes nos dramas cantados dos The Unplayable Sofa Guitar. www.sofaguitar.com * www.myspace.com/sofaguitar Entrada: 3? Estudantes: 2? Sócios: gratuito http://feeds.feedburner.com/RockRolaEmBarcelos Fonte: tag:blogger.com,1999:blog-29350158.post-506448991243287972 Painel controlo
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