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Rock Rola em BCL

Cartaz oficial do Arredas Folk Fest
O Minho é conhecido por apresentar traços da cultura celta. Dessas tradições milenares perduraram até aos dias de hoje esboços do que eram a música e dança na época, existindo vários festivais na região munidos por essa ancestralidade. Também em Tregosa, concelho de Barcelos, a pretexto do Arredas Folk Fest (29 e 31 de agosto), se pode encontrar uma pitada desses tempos remotos, sem, no entanto, se descurar aqui e ali um toque de modernidade.

Sob a égide da Associação Torgo, uma entidade de apoio às artes que visa dinamizar a sua terra natal, o evento comemora uma mão cheia de edições. A simbiose entre a música tocada e a serenidade circundante do Rio Neiva são ingredientes cruciais para uma receita de sucesso, que tem, nesta altura de crise, o seu clímax no caráter gratuito da ocasião: a entrada e o campismo encontram-se abertos ao público.
ALBUM
São vários os nomes que compõem o cartaz, que se encontra agora fechado, e prometem animar as hostes. A todos os que resolvam aparecer, logo no primeiro dia, podem ter certeza de uma coisa: aguarda-vos uma autêntica viagem musical, embalada por uma amálgama de influências tradicionais com ambientes eletrónicos. Os responsáveis? DUNYA, ou melhor dizendo Diana Azevedo e Miguel Moreira. A fazer jus ao calor que tem reinado, os ALBUM, quarteto bracarense, irão lançar fornalhas de rock de outros tempos. Passarão, ainda, pelo Espaço Torgo o DJ Gaiteirinho e a Escola de Gaitas de Foles de Torgo.


Ao segundo dia, a festa faz-se no palco Arredas? e ai de quem arrede o pé dali! Arrisca-se a ver tudo às escuras. Ou não fossem os Cabra Çega, - as mentes mais propensas pensarão que se trata de um erro ortográfico, mas tirem daí o cavalinho da chuva pois é assim mesmo que se escreve, - abalroar tudo e todos. Oriundo da cidade de Braga, o sexteto combina música tradicional e medieval; percussão com gaitas de foles. ?Improvisação e liberdade em palco são sinónimos de ÓSMAVATI?, diz o conjunto aveirense na sua página oficial de facebook. Quem também vai dar os ares da sua graça por Tregosa são os MU, grupo proveniente do Porto.

No terceiro e último dia de festival, todo o certame voltará a passar pelo palco Arredas. Ora, aqueles que andaram por aí a tomar banhos de sol em doses exageradas, e ficaram a parecer um camarão tostado, certamente que não deixarão de sentir uma certa ironia no nome do seguinte grupo: Estica-me as Peles. Figuram também no certame Os Minhotos. Mas o cardápio ainda não está completo? e consta que pelo Rio Neiva ecoarão os Roncos do Diabo. O conjunto natural de Almada apresenta, como não poderia deixar de ser, um som forte e simultaneamente envolvente; é o resultado da junção de quatro gaitas de fole com um bombo. Anotem aí um último nome: Re-timbrar. Esta banda carateriza-se, tal como o próprio Arredas Fol pela utilização de diversos instrumentos como triângulo, bombo, caixa, reco-reco, chocalho alentejano e adufe, entre outros.

O Arredas Folk Fest representa, assim, uma derradeira sinergia entre o que é tradicional e contemporâneo e proporciona ao público uma experiência de redescoberta pelas raízes da música nacional. 


Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/08/arredas-folk-fest-cartaz-fechado-e.html

Cartaz oficial da 1ª edição do Porto Stoner Fest
Há uns tempos atrás várias vozes se ergueram para profetizar aquele que seria ?o verão mais frio dos últimos 200 anos?. Escusado será dizer que o sol não só tem brilhado, como também queimado (isto no sentido literal da palavra). Recentemente, as temperaturas aligeiraram, mas a realização da 1ª edição do Porto Stoner Fest, evento da alçada das Digging Sessions, nos próximos dias 19 e 20 de julho, promete levar os termómetros, de novo, aos píncaros.

Como o próprio nome indica, este festival é vocacionado para amantes do stoner, sem descurar, claro está, pitadas de psicadelismo. O objetivo passa por divulgar bandas ou projetos que se identifiquem, de alguma forma, com a força motriz desta corrente. O Meu Mercedes Bar, junto à ribeira, será o epicentro do acontecimento, por aí também irão passar os Solar Corona. O trio barcelense constituído por Tiago Campelo (baixo), Jorge Esteves (bateria) e Rodrigo Carvalho (guitarra) atuará no primeiro dia. O público aí presente poderá contar com um quinhão de energia, no mínimo, eletrizante .

O preço da pré-venda do bilhete integral é de 6? (com dois finos de oferta) e para um dia 5? (com um fino de oferta). Quem preferir comprar no próprio dia terá que despender mais 2 ? na primeira situação, já no segundo caso, apenas terá que desembolsar mais 1?. Os locais de venda são os seguintes: Matéria Prima (Porto), Porto Calling ? Loja de Discos, Piranha Porto e Louie Louie Porto.


Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/07/porto-stoner-fest-vai-elevar-temperatura.html

Okkur ao vivo no Círculo Católico
E os vencedores do Rockastru?s 2013 foram? os Okkur! O quarteto pós-rock conquistou o primeiro prémio na final do concurso, um dos mais antigos e prestigiados do país, no sábado, dia 6, em Esposende.
É uma surpresa para uma banda, com elementos bastante jovens, e que começou a actividade há menos de um ano!
Formado por Tiago Araújo (guitarra), Carlos Ferreira (guitarra), Vítor Fernandes (baixo) e Miguel Nascimento (bateria), o colectivo arrecadou também o prémio para melhor baterista, que curiosamente era o músico mais novo no concurso (apenas 15 anos).
A vitória oferece aos Okkur a possibilidade de gravar um EP que lhes permitirá estrearem-se nas edições discográficas.
É a terceira vez ? e pelo segundo ano consecutivo - que o Rockastru?s é ganho por barcelenses. Em 2008, foram os GoDoG e no ano passado os Killimanjaro, que actuaram na final de sábado como banda convidada.
Quem ainda não conhece os Okkur poderá vê-los ao vivo no Red Bull City Gang, integrado no Milhões de Festa. Tocam no dia 26 de Julho (sexta-feira) no Círculo Católico de Operários de Barcelos, às 18h00.
Para já, podem ouvir os concertos da final e aceder a toda a informação relativa ao Rockastru?s deste ano (no qual os também barcelenses Solar Corona participaram e chegaram à meia-final) no Sinfonias d?Aço.


Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/07/okkur-barcelos-e-quem-mais-ordena-no.html


É com um rabinho ao léu e umas curvas old-school que o Souto Rock nos apresenta o cartaz para a 9.ª edição do festival, que decorre entre 11 e 13 de Julho, no centro de Barcelos e no lugar de Quiraz em Roriz.

O tiro de partida para mais um Verão que se espera muito quente, pelo menos em termos musicais, é dado no dia 11, uma quinta-feira, no largo do Apoio, onde vão girar os discos de Hard Candy's & DJ Pitchy. Depois, atravessa-se a Ponte Medieval em direcção a Barcelinhos e a festa continua no D'Outro Lado Bar com o 55 Sound System.

De volta ao centro histórico da cidade, no dia 12, sexta-feira, sobem ao palco os lisboetas Youthless e os galegos Lendrone. Portanto, uma noite de electro-rock cujo after volta a ser no barcelinense D'Outro Lado Bar com DJ Set da HoneySound SoundSystem.

Last but not least... Sábado, 13, é o dia grande do festival. Os The Parkinsons, quarteto punk-rock que abalou Inglaterra na viragem do século, são os cabeças-de-cartaz. 'A jogar em casa', os garage-rockers The Glockenwise vão apresentar pela primeira vez o recém-editado segundo álbum, "Leeches", em Barcelos. 
Do Porto vêm os Blackjackers, quinteto que mistura rock, garage e reggae. E, como nesta noite o punk é quem mais ordena, cabe aos locais Repressão Caótica a honra de abertura.
Como sempre, o Souto Rock é de entrada livre. Que vai ser uma festarola já é uma certeza. Fica por saber se o já quase mítico camião do leite vai marcar presença e se a organização vai mostrar a parte da frente do cartaz...


Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/06/e-o-souto-rock-ja-tem-um-belo-cartaz.html



Indignu

Os Indignu vão fazer a apresentação oficial do seu segundo álbum amanhã (sábado), no Passos Manuel, no Porto. E hoje (sexta-feira), para celebrar o S. João, tocam em Braga. Concertos que serviram de pretexto para falarmos com o Afonso (guitarra), com a Graça Carvalho (violino) e com o Jimmy (guitarra) - faltaram o Paulo Miranda (o baterista e não o produtor) e o Mateus (baixo e piano). Obviamente, a conversa abordou especialmente este "Odyssea" - que não é só um disco, mas também um livro - mas não só...

Falem-nos do concerto de apresentação oficial do ?Odyssea? no Passos Manuel. Como é que vai ser? O que é que o pessoal pode esperar?
Afonso (A): Pode esperar um concerto similar ao de Barcelos [o primeiro de promoção ao álbum], em que a gente toca na íntegra o ?Odyssea?, sem paragens, como no disco. Será diferente por esse motivo, porque nos concertos que demos depois do de Barcelos já não o fizemos. E teremos, em princípio, também a parte das cordas [violino, viola d?arco e violoncelo]. É um bom sítio para a gente fazer a apresentação oficial do álbum no Porto.

Quanto a convidados, vocês aqui em Barcelos chegaram num tema a ter mais de dez pessoas em cima do palco. Os convidados vão ser os mesmos que entram no disco?
A: Uma semana antes não podemos garantir isso. Mas pelo menos a parte das cordas, que é muito importante, penso que estará presente. 

E antes do Passos Manuel ainda têm um concerto em Braga, sexta-feira [hoje], para o S. João, nas antigas salas de cinema do Bragashopping?
A: Sim, nesse concerto o álbum não vai ser reproduzido na íntegra. E se calhar vamos tocar um ou dois temas do primeiro álbum [?Fetus in Fetu?]. No Porto, temos Grutera antes, que é uma guitarra só, mas ali como há mais bandas, é um evento, não faremos uma apresentação oficial do álbum. 

Por falar em álbum, quando vocês fizeram o concerto em Barcelos a edição física do ?Odyssea? ainda não estava concluída. Agora já está?
Graça Carvalho (GC): Sim, já está tudo pronto. 

Então quem for ao Porto já pode comprar o disco?
GC: E outro merchandising. Não só o álbum, t-shirts, etc?

A: E outra cena importante? Hoje em dia um euro ou dois é importante e, no concerto do Porto, quem quiser pagar 15 euros, que é o preço do álbum, dá direito à entrada. Quem for ao concerto só paga o concerto. Em Braga a entrada é de um euro.

Já estão a distribuir o álbum?
GC: Ainda não.

A: Apesar de termos mais suporte do que tínhamos no primeiro álbum, não temos uma máquina grande por trás, não conseguimos tratar de tudo ao mesmo tempo.

GC: Nem sequer temos a certeza de que queremos fazer isso, porque temos poucos exemplares.

A: A edição é tão limitada e até temos tido alguma procura?
Diferentes perspectivas de "Odyssea"
A edição é de quantos exemplares?
A: Trezentos.

E como é que surge a parceria com o Mário Vitória?
A: A razão dele fazer parte do disco foi ter feito uma exposição em Barcelos, em Maio do ano passado.

GC: O trabalho que ele fez foi dedicado às festas populares do concelho de Barcelos, em especial a Festa das Cruzes. Tinha um trabalho que era sobre a Batalha das Flores. Todo o trabalho foi feito de raiz para aqui. E quando fomos ver a exposição estávamos em frente aos quadros e a pensar: ?brutal era convidarmos o artista para fazer connosco um trabalho?. Depois chegámos à sala de ensaios, houve outras hipóteses em cima da mesa, estivemos muito perto de entregar o trabalho a outras pessoas, mas depois decidimo-nos e  contactámo-lo via Facebook, foi muito rápido. Pediu as músicas antes de dizer que sim, gostou e aceitou.

As ilustrações vêm acompanhadas de textos teus [Afonso].
A: Metes o CD no player e, enquanto isso, folheias e tens qualquer coisa escrita sobre aquela música e tens ainda uma imagem sobre a música. E complementam-se. É quase como teres o prato principal e depois meteres ali mais coisas para saber de outra forma.

GC: Dá-te na mesma liberdade. Não é uma prisão. Não estás a ler e restrito ao que está lá escrito. É apenas e só a nossa perspectiva das coisas. E decidimos não colocar letras nas músicas já para dar liberdade às pessoas de interpretarem à sua maneira.

A: E como o Mário Vitória ilustrou enquanto ia ouvindo a música, o mesmo aconteceu comigo: fechar-me no quarto, tudo apagado, ouvir e escrever o que saiu. Se calhar, podemos fazer um upgrade e ter qualquer coisa para as pessoas poderem escrever em cada um?

Jimmy (J): Era fixe ter uma página em branco para o pessoal pintar. [risos]

GC: Se fizermos uma segunda edição será ligeiramente diferente. Não porque não estejamos satisfeitos com isto, mas porque realmente surgiram duas ou três ideias que vêm complementar. Para encerrar a questão de ser um áudio-livro? Mistura três artes: música, ilustração e poesia. E acho que este cruzamento é muito valioso e relativamente improvável.

Em termos estéticos e musicais, este é o vosso período de maior maturidade.
GC: O Jimmy costuma dizer que quer fazer um álbum que daqui a 50 anos põe no play e vai gostar. Acho que chegámos lá.

A: São músicas intemporais. Antes tínhamos uma abordagem mais de índole social e agora não. É um álbum que se vai descobrindo, não é para consumir logo, é para se ir degustando e acho que assim dá outro prazer.

J: É um álbum que se tem que ouvir todo seguido.

Se eu tiver só um pausa de meia hora, é melhor não começar porque não posso ser interrompido?
A: Poder, podes. Não ficas é com a mesma sensação. Quem consegue passar a primeira música, está preparado para ouvir o resto. Se fores curioso vais tirar proveito disso, vais ter muita coisa no álbum. Apanhas desde partes mais rock, partes mais clássicas, partes mais ambientais?

Com várias mudanças de formação desde o início, vocês fizeram todo o caminho em direcção a um pós-rock mais ambiental, a voz foi-se perdendo? A entrada Graça foi o clique para este som actual?
A: Foi importante, não foi o clique. Foi importante para não fazer um disco previsível.

No início entraste [Graças] só para uma participação, até tocaste no Milhões e acabaste por ir ficando.
GC: E já lá vão dois anos.

J: Além da entrada da Graça, foi também o Mateus deixar o baixo e pegar no piano? Tivemos tempo para construir o álbum com calma.

GC: E foi um álbum muito trabalhado.

 

Sentem necessidade de ter uma ?máquina? por trás?
A: Sentimos falta na parte de chegar a mais gente. A HoneySound funciona mais a nível editorial; a nível de agendamento, que a banda também faz, temos a Covilhete na Mão. Mas tanto a HoneySound como a Covilhete são quase nossos amigos.

Acho que eles vão ficar fodidos com o ?quase?.
A: [risos] Acho que eles percebem. Se fosse um quase pequeno, mas não, é um quase muito grande. E é por aí, temos apoio, mas não temos uma máquina

GC: E, curiosamente, às vezes, não temos que fazer nada, batem-nos à porta.

A: Agora mais do que antes. Antes tomávamos a iniciativa de ir tocar ali ou acolá, mas é mais gratificante as pessoas contactarem-nos. Mesmo a nível de vendas digitais?

GC: Ficámos surpreendidos com o que está a acontecer no Bandcamp.

Têm vendido muito?
GC e A (em uníssono): Temos!

A: Foi uma surpresa para nós.

GC: E encomendas da Tailândia! É estranho. Nem conseguíamos escrever a morada, tivemos que imprimir e colar aquilo em caracteres.

Capa da colectânea "Novos Talentos FNAC 2013"
Vocês entraram na colectânea Novos Talentos FNAC deste ano.
A: O disco chegou ao Henrique Amaro, ele gostou do tema e vamos entrar com o single ? único tema disponível para download gratuito ? ?Onde as nuvens se cruzam?. 

Que tem também um videoclipe.
A: Sim, e estamos muito satisfeitos com ele. Foi realizado pelo Daniel Mota, que é um gajo altamente. 

Mas a cena da Fnac? É fixe nove anos depois de terem começado a tocar serem reconhecidos como um novo talento?
GC: Nós próprios achamos que o trabalho maduro, digno de se apresentar, é recente. O álbum anterior tinha todo o potencial para integrar a colectânea, mas não tanto.

A: Temos maquetes de 2005, que até conheces?

Queres mesmo falar disso?
A: Não... Mas temos as maquetes e o EP de 2007 e deixámos de tocar esses temas, porque era simplesmente passado. Do primeiro álbum ainda tocamos algumas músicas.

Mas praticamente já ninguém vos conhece dessa primeira fase? E das maquetas iniciais muito menos.
A: Pouca gente. Pelo menos rezamos para que seja pouca, porque é uma coisa que serve para a gente sorrir de vez em quando. Tesourinhos deprimentes. Às vezes nos ensaios temos necessidade de nos rirmos e ouvimos as coisas que fazíamos há nove anos. E acho que é assim que se deve encarar as coisas. Porque se estivéssemos a fazer o mesmo que há nove anos? não fazia sentido.

E essa evolução nunca vos levou a pensar mudar o nome?
A: Sim, mas quando não há um consenso? Bem vistas as coisas, era pertinente, porque a mudança do som é tão grande, é abismal mesmo, que seria lógico.

J: Mas tinha que ser no álbum anterior.

A: Exactamente. O tempo certo - e foi quando foi falado - era no ?Fetus in Fetu?.

Como é que se lembraram do nome Indignu?
A: Eh pá, Isso remete para tempos em que ainda não estava a Graça e em que o Jimmy estava a aprender a tocar guitarra.

GC: O Jimmy aprendeu a tocar guitarra com o Afonso.

A: Se no início sabia fazer dois acordes, seguiu o caminho dele e é um guitarrista original. Criou a forma dele de tocar. A evolução não é só em termos técnicos, mas em termos criativos. A banda para este álbum não se preocupou em ser estrondosa tecnicamente, procurámos ser estrondosos num todo. E estrondoso não é fazeres uma coisa complicada. 

Fugiste bem à explicação do nome?
A: Ah, sim, pronto? Remonta ao ano de 2003, antes de a banda ser propriamente criada. Indignu hoje é porque sim. Porque te chamas Pedro? Porque alguém achou que te devias chamar Pedro. E naquela altura decidimos ser Indignu. E nesta altura a única justificação plausível é essa. Se te vou dizer que era porque retrata a sociedade, toda a anarquia? Era um mote para a banda fazer intervenção social.

GC: É um nome espectacular para uma banda punk.

A: Pois, porque o que a gente sempre quis fazer no início e acabámos por nunca fazer era uma banda punk, mas o nome manteve-se. Na altura enquadrava-se, depois deixámos estar. Pelo caminho, teria sido pertinente mudar, mas pronto? Fomos mais conservadores nisso.


Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/06/entrevista-indignu-e-um-nome.html

Mathock
Os Mathock venceram o III Festival de Música Moderna de Amares, organizado pelo Sintomas Bar e pela autarquia local. Na final realizada na sexta-feira passada, dia 14, que contou com seis bandas, tocaram também os barcelenses 19'91.

Constituído por Tiago Silva (voz), Luís Carvalho (bateria), Rui Arantes (baixo), Tiago Fernandes e China (guitarras), o grupo de heavy-metal conquistou recentemente o segundo lugar no 1.º Concurso de Bandas Moto Rock, em Barcelos.


Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/06/mathock-vencem-concurso-de-bandas-em.html

Okkur
Os Okkur foram apurados para a final do Rockastru's. O jovem quarteto pós-rock passou a eliminatória, no dia 25 de Maio, e a primeira meia-final, no último sábado, 15 de Junho. O grupo tem apenas cerca de um ano e Carlos Ferreira, Miguel Ângelo, Tiago Araújo e Vitor Fernandes tinham já recentemente alcançado a final do 1.º Concurso de Bandas Moto Rock, na Central de Camionagem de Barcelos, onde ficaram em 3.º lugar. Posição que lhes valeu um lugar na edição deste ano do Cellos Rock.

Solar Corona
Mas Barcelos tem mais representantes na 17.ª edição do reputado concurso de bandas que decorre no Kastru's River Klub, em Esposende. Os Solar Corona foram apurados na eliminatória de 18 de Maio e disputam já no próximo sábado o acesso à final (isto parece futebol!), que está marcada para 6 de Julho. O trio de rock-psicadélico, formado por Tiago Campelo (baixo), Jorge Esteves (bateria) e Rodrigo Carvalho (guitarra), estreou-se ainda este ano com um concerto no Xispes.

Pode ser que este ano 'o caneco' - para manter o palavreado futebolístico - volte para Barcelos. No ano passado foram os Killimanjaro a ganhar o concurso (com os The Brainscape em 2.º lugar), feito que os GoDoG conseguiram em 2008 (com outros barcelenses, The Glockenwise, na 2.ª posição).


Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/06/rockastrus-okkur-na-final-e-solar.html

Blackjackers | DR
Os Blackjackers são a última banda confirmada para a principal noite do Souto Rock, cuja nona edição se realiza já daqui a um mês, de 11 a 13 de Julho. Com influências de punk-rock, garage e reggae, o quinteto do Porto lançou recentemente em formato digital o álbum "Croissant, Champagne, Marquise & Ménage". E junta-se, no dia 13, no lugar de Quiraz, em Roriz, aos já confirmados cabeças-de-cartaz The Parkinsons  e aos locais The Glockenwise e Repressão Caótica.

E se o 'dia grande' do Souto Rock tem uma toada mais punk/garage, a 'Noite HoneySound', a 12, no Largo do Apoio, no centro histórico de Barcelos, vai ser mais electro-rock. Da Galiza vêm os Lendrone e de Lisboa o duo Youthless.

Só falta serem anunciados os nomes do primeiro dia, 11, que também terá lugar no Largo do Apoio.

Ah, e como sempre, o festival é de entrada livre!

Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/06/ja-so-falta-um-mes-para-o-souto-rock.html

Dear Telephone

Os Dear Telephone apresentam hoje ao vivo o segundo álbum "Taxi Ballad" no auditório da Biblioteca Municipal de Barcelos. O concerto tem início marcado para as 21h30 e o bilhete custa cinco euros (com CD o preço é de oito euros).

Depois de terem tocado no Optimus Privamera Sound, o quarteto formado por Graciela Coelho, André Simão, Ricardo Cibrão e Pedro Oliveira volta aos palcos para promover o suscessor de "Birth of a Robot" (2011) e desta vez a "jogar em casa". A reserva de bilhetes - e a lotação já está quase esgotada - pode ser feita até às 19h00 na página do evento


Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/06/dear-telephone-apresentam-hoje-ao-vivo.html


Não, não sabiam, mas faço questão de vos contar. 
Os Karma To Burn cresceram em Barcelos, frequentavam o Bar do Xano e andavam a "manar" com a malta de bandas como Green Machine e Black Bombaim (na altura o Tojo tinha barba e cabelo grande, saiba-se). Os riffs da banda de Wild, Wonderful...Purgatory ecoavam nas garagens durante a tarde, nos speakers dos carros nas viagens para concertos e durante a noite nas margens do Cávado enquanto os pirilampos se acendiam. Movidos para a West Virgina das terras do Tio Sam, os K2B abandonaram a terra do Galo para anos mais tarde regressar ao Porto, onde juntaram no mesmo barco os conterrâneos Black Bombaim, agora com eles no sítio. A experiência correu bem sob o sol das cinco da tarde e os Black Bombaim falaram-lhes do novo prato gastronómico da cidade, o galo assado. 
Em 2010, fartos de pensar na taina que lhes prometeram, voltaram à casa portuguesa para tocar no primeiro ano do festival Milhões de Festa - tudo desculpas para vir a casa comer! - e um ano mais tarde, fizeram de Barcelos Meca e tocaram na segunda edição do festival, desta no palco Lovers & Lollypops, ali encostado num areal do Cávado com um sol escaldante a bater-lhes nas costas. Sabiam então que estavam finalmente em casa. Estávamos em 2011 e desde então passam as refeições a pensar no dia em que encheram o bandulho no restaurante Muralha. Toda a gente sabe que uma banda rock passa fome, excepto em Barcelos.
É por isso que a Lovers & Lollypops foi novamente solidária com o trio e vai apresentá-los a 14 de Junho, em concerto em nome próprio, no auditório do Círculo Católico de Operários de Barcelos (CCOB). A eles, além do galo assado e da barriga cheia, juntam-se outros pupilos que rapidamente cheiraram o pó da estrada dos Karma To Burn e seguiram-lhes as pisadas com mestria. Falámos dos Killimanjaro, outro trio que gosta de encher as bentas com taina ao estilo medieval. 
A festa em palco começa às 22 horas, mas a partir das 18 horas a Lovers & Lollypops SoundSystem aquece o bar do CCOB. As entradas valem 8 euros e as bandas são todas de Barcelos. 14 de Junho é agora o novo feriado da terra.

Da última vez foi assim:


KARMA TO BURN (Barcelos, EUA)
KILLIMANJARO (Barcelos, Portugal)
14 JUN / CCOB / 22H / 8?
18H / LOVERS & LOLLYPOPS SOUND SYSTEM / CCOB BAR

Poster por Anoik.



Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/05/sabiam-que-os-karma-to-burn-sao-de.html


É já este sábado, dia 25, que Viana do Castelo é invadida por nomes como Capicua, Octa Push, Larkin e Klipar. Os concertos começam às 21h00, com SEQUIN, projeto a solo da lisboeta Ana Miró, no café Freguez. A festa continua noite dentro, no Largo do Poço, com H2O, GHUNA X e JIBÓIA, na Praça da Erva, com CAPICUA e OCTA PUSH, e no Nasoni, com AEROSOUL e KLIPAR: 

FREGUEZ 

21:00 | SEQUIN | Lisboa | www.facebook.com/sequinmusic 

LARGO DO POÇO 

21:30 | H2O | Viana do Castelo | www.facebook.com/H2O.258 
22:30 | GHUNA X | Porto | www.ghunax.com 
23:45 | JIBOIA | Lisboa | www.facebook.com/abracodejiboia 

PRAÇA DA ERVA

22:00 | LARKIN | Viana do Castelo | www.facebook.com/larkinmusic 
23:00 | CAPICUA | Porto | www.capicua.pt 
00:30 | OCTA PUSH | Lisboa | www.octa-push.com 

NASONI [AFTER HOURS] 

01:30 | AEROSOUL | Viana do Castelo | www.facebook.com/aerosoulzona6 
03:00 | KLIPAR | Lisboa | www.soundcloud.com/klipar

Realizado no âmbito do VIBE, pela Associação Juvenil de Apoio às Artes Musicais, este integra um ciclo de eventos que se propõem à ocupação de espaços históricos da cidade, nas várias estações do ano. Nomes como Mão Morta, The Memorials, Linda Martini, Lula Pena ou Tó Trips são alguns dos que já pisaram o palco do VIBE.



Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/05/agenda-especial-primavera-vibe-2013.html

The Parkinsons
 O Jornal de Barcelos anunciou na edição desta semana as primeiras três confirmações para a nona edição do Souto Rock, que vai acontecer entre 11 e 13 de Julho. Os The Parkinsons são os cabeças-de-cartaz do último dia do festival em Roriz. A apresentar o mais recente álbum "Back To Life", a banda de Victor Torpedo (guitarra), Afonso (voz), Pedro Chau (bateria) e Kaló (bateria) volta a Barcelos dois anos após a actuação no GSM Fest e promete uma verdadeira festa punk-rock. 

The Glockenwise - Créditos: Nuno Miranda
A acompanhá-los estarão os The Glockenwise que editam na próxima segunda-feira o segundo álbum de originais intitulado "Leeches". É a segunda vez que o quarteto garage-rock barcelense sobe ao palco do Souto Rock, tendo em 2008 tocado ao lado dos The Vicious 5.

Repressão Caótica ao vivo. Créditos: Isa Araújo
A abrir um alinhamento bastante 'inclinado' para o punk estarão os também barcelenses Repressão Caótica. Falta ainda anunciar mais uma banda para a principal noite do festival.
Os dois primeiros dias do Souto Rock - 11 e 12 de Julho - têm lugar no Largo do Apoio, no centro histórico de Barcelos. Ainda não são conhecidos nomes para estas datas.
O Souto Rock é organizado pela Associação Cultural e Recreativa de Roriz e a produção do evento está a cargo da HoneySound.


Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/05/the-parkinsons-glockenwise-e-repressao.html

A noite pôs-se, como é hábito, por volta das 20h00. Entre o barulho das Festas da Cruzes e as rolotes a vender farturas, quem diria que, por volta das 22h00, de dia 27, se concentrariam no Circulo Católico de Operários de Barcelos 3 das bandas que representam o que de melhor se faz no rock barcelense, pela mão da Honeysound. 
Desde já agradecendo ao grande Alcino por permitir eventos deste calibre e à organização por nos presentear com estes mesmos, pelo baixo preço de 5?, passo a explicar o que ali se passou. 
No CCOB, local que se tem vindo a tornar num dos mais ativos culturalmente, em Barcelos, o palco encontrava-se decorado com nuvens, que transmitiam uma atmosfera pesada, à qual as bandas presentes fizeram jus.
O culto começou com Was An Outsider, banda composta por José Moutinho e Filipe Miranda, que lançou o seu último disco 26 de Maio de 2011 pela Honeysound. Na estrada desde então, foi em Barcelos que no sábado se fizeram ouvir as sonoridades experimentais que não deixaram ninguém indiferente. Segundo Filipe Miranda, as músicas são compostas por ambos os musicos. Ambos, tocam todos os instrumentos, idealizam os conceitos e fazem a produção em registo de estúdio. "Ao vivo, temos uma pequena base de riffs que nos guia, mas existe essencialmente uma cumplicidade assente na improvisação." Os improvisos lançados por José Moutinho e Filipe Miranda hipnotizaram o público. Apesar de, por problemas técnicos, não ter sido possível realizar a apresentação visual, que é recorrente nos concertos da banda, a música preencheu os sentidos dos ouvintes sem ser preciso mais. Há que felicitar bandas como esta que conseguem fazer da escuridão um sítio tão bom. São músicas que nos acompanham nos nossos momentos mais deprimentes, mais escuros e que não queremos partilhar com ninguém. Entretanto, os Was an Outsider vão trabalhar num novo disco, pelo que podemos e devemos esperar para ouvir.

 

A noite prosseguiu com BiarooZ. Banda que nasceu em 2003, quando C. Ricardino criou um projeto musical e gravou, eletronicamente, alguns temas que compilou numa maqueta. A este projeto, vieram a juntar-se João Coutada, José Novo e João Dias, que mais tarde apresentaram BiarooZ. Depois de editarem o seu álbum, intitulado "Atraso", em 2007, e numa simbiose entre a guitarra, o baixo, o piano, a bateria, as programações digitais e samplers, foram os aplausos e os assobios que manifestaram a satisfação do público quando os ouviram. A felicidade e simplicidade de "Atraso", fizeram o cenário ficar mais sorridente. Uma quebra no panorama geral, do introspectivo para o extrovertido. Foi um salto de nós próprios ao outro, dando uma vontade enorme de balançar ao som das músicas tocadas. 




A fechar, e como momento alto da noite, os presentes tiveram oportunidade de assistir à apresentação do álbum, "Odyssea", dos Indignu. Se, acerca de "Fetus in Fetu" (2010), Manuel A. Fernandes escreveu que "encontramos uma banda mais madura todavia gradualmente mais jovial, menos presa a standards e regras passadas. Mais exploradores em busca da paisagem perfeita do post-rock ambiental que os abraça a cada passo", em "Odyssea" a exploração continua. Além do núcleo duro, constituído por Afonso, Jimmy, Mateus, Paulo e Graça, "Odyssea" conta com muitas outras participações, até improváveis, como violinos, contrabaixos, guitarras portuguesas e bombos. No concerto, caminhamos desde a infantilidade de um xilofone ao barulho macabro da distorção. De maneira introspectiva, este novo álbum faz-nos vaguear entre o passado, o presente e o futuro, lembrando o aquecimento fornecido pelo colo de uma mãe e a frieza de um cadáver. As dicotomias limpo/sujo, claro/escuro... os crescendos contínuos que definem a musicalidade de Indignu, fazem nos partir do zero, para um mundo cheio onde tudo é possível. Afonso Dorido afirma: "não gostamos muito de rótulos e no novo disco Odyssea penso que é claro que cruzamos caminhos muito próprios para que se rotule o nosso som". Afirma ainda: "foi importante apresentar o disco em Barcelos, porque é a nossa cidade e porque a nossa editora, a Honeysound é também barcelense. Além disso seria especial regressar aos palcos cá. Obviamente que agora pretendemos rodar pelo país e também lá fora. As coisas estão a ser tratadas." E assim vos deixo com um desabafo de um dos fãs, que conseguiu descrever em poucas palavras aquilo que só poderia ser dito em muitas: "Convosco, não preciso sair de Barcelos para viajar".




Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/05/reportagem-estreia-de-odyssea-dos.html

Na passada segunda-feira acordamos pela primeira vez em 2013 com o doce aroma da Primavera. Estávamos todos ansiosos por sol, calor, e pequenas coisas que nos aquecem a alma. Contudo não só de pequenas coisas vive o Homem, muito menos se estivermos a falar dos fiéis da Meca barcelense que dá pelo nome de Milhões de Festa. Mas porque este artigo não vive de Primavera, mas sim de Verão, vamos lá anunciar os novos frutos que brotaram da árvore da Lovers & Lollypops para a quarta edição do festão que acontece nas margens do Cávado.
Laranjas costumam amadurecer no Inverno, mas os Orange Goblin são a confirmação fresquinha que mais reboliço causou entre os fãs do Milhões de Festa, não fossem eles adeptos do stoner e de guitarradas de rasgar a mortalha! O prodígio Frequencies From Planet Ten já conta com dezasseis anos de idade, mas antes dele já desertos tinham sido percorridos, como é o caso do split 7" com os Electric Wizard, que já passaram pelo Milhões de Festa em 2010, ainda eram os Orange Goblin conhecidos como Our Haunted Kingdom. O último trabalho destes britânicos dá pelo nome de A Eulogy for the Damned, e promete abalar o Parque Fluvial de Barcelos, num dia ainda por definir, algures entre 25 e 28 de Julho. 
Mas tal como a cesta do Amor de Água Fresca da Dina, também a cesta do Milhões de Festa está cheia de surpresas! Para além dos Orange Goblin, foi também confirmado o nova-iorquino Mykki Blanco, que nos trará hip-hop para os ouvidos (e para as vistas!), com o seu mais recente trabalho Cosmic Angel: The Illuminati Prince/ss Mixtape
Por fim, chegamos à parte da fruta nacional, e nada mais irónico do que começar este manjar pelo nome 10 000 Russos, projecto que tem dado que falar nos últimos meses, e que junta João Pimenta (Alto!, Green Machine) com Pedro Pestana (Tren Go! Sound System) numa parada triunfal! A outra novidade em parelha do menú são os Phase, que reúnem o portuense Ghuna-X, com Ricardo Miranda (Black Bombaim, Alto!). E por último neste rol de novidades, o punk dos Adorno, nada desconhecidos do público, aparece para alegrar as hostes de um público que merece cada vez mais, e mais, e mais FESTA!



Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/04/milhoes-de-festa-mais-confirmacoes.html


ZOMBIE ZOMBIE, CAMERA, MIKAL CRONIN, MR. MIYAGY e THE PARTISAN SEED são os primeiros nomes confirmados para o tão esperado cartaz do Milhões de Festa 2013. 
De França vem o duo de electro-pop Zombie Zombie, autor de três álbuns, "A Land For Renegades" (2008), "Zombie Zombie Plays John Carpenter" (2010) e o mais recente "Rituels D?Un Nouveau Monde" (2012). 
Da Alemanha vêm os Camera, trio berlinense que, habituado a tocar livremente em espaços públicos, sem autorização, levaram as suas sonoridades a estúdio e trazem-nas em Julho a Barcelos. 
Da América, vem Mikal Cronin, músico e compositor, membro das bandas Okie Dokie, Epsilons, Party Fowl, Moonhearts e, ocasionalmente, baixista e voz de apoio de Ty Segall. 
Os portugueses, e não menos importantes, Mr. Miyagy e The Partisan Seed, vêm com os álbuns "There's no Destiny... Enjoy the Ride" e "Spirit Walking", respetivamente.
O festival realiza-se no Parque Fluvial de Barcelos nos dias 25, 26, 27 e 28 de Julho. 



Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/04/milhoes-de-festa-ja-ha-bandas.html

Recém-escoltados pela promotora portuense, Amplificasom, os Katabatic estreiam-se em Barcelos esta noite em concluio com a Noir Et Blanc, na sua primeira data nortenha depois do tir de partida na capital. A banda de Lisboa de post rock apresentará o seu álbum "Heavy Water" em seis datas pelo país com passagens por Trás-os-Montes, Minho e pelo Porto.
Para antecedê-los, subirão ao palco os Okkur, esperança barcelense com sonoridades pelas mesmas paragens, na segunda actuação no Circulo Católico Operário de Barcelos depois de secundarem também os Venus Raiva. Os concertos começarão às nove e meia e a entrada custa quatro euros.


Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/03/concertos-katabatic-finalmente-em.html

That Violin Lesson Sucks é o tema escolhido pelos Dear Telephone para nos dar a conhecer o seu segundo trabalho, Taxi Ballad
Com estreia em Maio, e com o selo da PAD, Taxi Ballad promete cativar o nosso lado mais doce e melancólico, algo a que os Dear Telephone já nos habituaram. O tema está disponível para download aqui.


Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/03/estreias-dear-telephone-apresentam-novo.html


 

15 MARÇO / ESPAÇO QUATORZE - BRAGA

O Núcleo do Teatro do Oprimido de Braga está a fazer um ano de existência. Para comemorar o seu primeiro aniversário resolveram convidar os barcelenses Jonny Sem Dente & os Jatfodo para o programa de de sexta-feira, onde irão tocar o novíssimo EP "Carmo". Logo a seguir seguem-se os Osso Vaidoso.
Passo-lhes a palavra: "Porque queremos continuar a evoluir e a trabalhar noutras frentes, vamo-nos constituir como associação. Arte, educação e cidadania são as três palavras chaves de um projeto que se pretende sempre aberto à comunidade. Este evento será assim uma forma de demonstrar o que temos vindo a fazer e de apresentar os nossos objetivos. Os nossos amigos "Johnny sem Dente" e "Braga em Transição" vão dar uma mãozinha! E vocês? Aparecem?"


Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/03/agenda-johnny-sem-dente-sexta-feira-em.html



Os The Glockenwise vão tocar, no próximo sábado, dia 9 de Março, no Ceira Rock Fest, em Coimbra.

O festival, que nasceu no ano de 2006 e se realiza na Associação Recreativa e Musical de Ceira, conta agora com a sua 8.ª edição. Depois de ter recebido nomes como The Doups, The Poppers, No Aloha, d3ö, Nicotine's Orchestra, The Dixie Boys, Born a Lion, The Cynicals, Fitacola e Budhi, este ano é a vez dos nossos conterrâneos pisarem o palco. Lado a lado com os coimbrenses The Parkinsons e New Kind of Mambo, os barcelenses preparam-se para invadir o centro de Portugal. Os concertos iniciam-se às 22h00 e os bilhetes custam 6?, se a compra for antecipada, e 8? se for no dia.


Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/03/agenda-glockenwise-no-ceira-rock-fest.html

A Honeysound associa-se uma vez mais à Dedos Biónicos para trazer a Barcelos o músico Denis Jones. Inglês de Lancashire, Jones já trabalhou com vários artistas de renome, como John Ellis e Luke Flowers (Cinematic Orchestra), Jon Thorne (Lamb), Matt Halsall (Gondwana Records) e Henry Da Massa (Micah P Hinson). Na sua música cabem ritmos de beatboxing, camadas de vozes sobrepostas, teclados, percussões, folk e blues desgarrados, e uma electrónica rebelde. Vem apresentar o seu mais recente álbum a solo 'Red + ...Yellow=', que será uma bela banda-sonora envolta no nevoeiro junto ao Cávado. 
O concerto decorrerá amanhã no Bar D'Outro Lado em Barcelinhos, pelas dez da noite. A entrada vale três euros. 



Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/03/agenda-denis-jones-amanha-em-barcelinhos.html

O próximo mês de Março vai ser de roda no ar para os hard rockers barcelenses. Os The Classified preparam a sua mini-tour pelo norte do país, com passagens por Vila Real, Ponte da Barca, Porto, Caldas das Taipas e Ponte de Lima. 
O primeiro pit stop será já no próximo sábado com a actuação no ABC da Cultura, a antiga Associação Espontânea, na capital transmontana. Sete dias depois no sábado seguinte, rumam à vila minhota de Ponte da Barca, mais propriamente ao Belião Bar e na semana a seguir, actuam no bar Music Hole da invicta. Para Abril, está já marcada uma data no mítico Nacional 101 das Taipas e em Maio já foi endereçado o convite da Comunidade Artística Limiana, para tocar na bela vila de Ponte de Lima.
Esta agenda insere-se na promoção do primeiro álbum da banda, "Dead Man's Hand", do ano passado e concretiza o desejo de muitos fãs voltarem a ver uma das bandas mais antigas de Barcelos, depois de tanto tempo em reclusão.


Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/03/agenda-classified-voltam-estrada.html

 
Depois de 4 anos com o título de Green Atmosphere, os Vénus Raiva assumem a sua posição no que concerne ao idioma das suas músicas e com isso transformam-se numa entidade madura. Amanhã à noite, estarão pelo Círculo Católico dos Operários Barcelenses para tocarem o seu EP de estreia, pela primeira vez na cidade Natal. Isto depois de terem dado o seu primeiro concerto no Hard Club da invicta, na quinta-feira, com os amigos The Black Turbo e Insane Slave. Sem vergonha de mostrarem o que os deixa em pele de galinha, Miguel Antunes, Ivo Silva e Hugo Carvalho inspiram-se de fumos inebriantes do psicadelismo e cores post-rock, aquilo que os podemos ouvir fazer com uma guitarra, um baixo, uma bateria e uma garganta no EP "Vénus Raiva". Gravados, produzidos e masterizados por Paulo Miranda no AmpStudios, em Viana do Castelo, seis temas compõem este registo blues-rock lançado no passado dia 28 de Fevereiro. 
Antes dos Vénus Raiva, para que possam aquecer na sala, os também barcelenses KÄIL e os portuenses MONTANHA, antecedem as festividades com o seu post/psych de contornos electrónicos. Os concertos começam às 22:00 e a entrada vale 2 euros.


Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/03/agenda-venus-raiva-apresentam-se-em.html

 
Este fim-de-semana Barcelos tem sido envadida por uma alcateia. Os uivos de Norberto Lobo que se fizeram ouvir ontem no salão nobre da câmara municipal, dão lugar ao francês The Wooden Wolf. Será hoje à noite às 21:45h e os preços serão 3.5?, bilhete normal, e 2? com desconto de estudante. Naõ se atrasem! 



Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/02/agenda-wooden-wolf-hoje-em-barcelos.html

The Machine e Sungrazer atiram-se à estrada em Fevereiro de 2013, para dar a conhecer o seu split, a sair brevemente. Esta tour conjunta será marcada pela apresentação dos novos temas assim como pela revisitação dos habituais ao vivo. Tendo marcado presença em festivais como os prestigiantes Roadburn, Burg Herzberg Festival, Stoned From The Underground e muitos outros por essa Europa fora, as duas bandas holandesas tornaram-se nomes consagrados da cena underground heavy rock europeia. Por aqui, os Sungrazer já nos seduziram no Amplifest, em 2011 e no SonicBlast Moledo, em 2012, enquanto os The Machine, já com quatro álbuns na bagagem, visitam Portugal pela primeira vez. O pontapé de saída da Strikes Gutters tour é no dia 13 em Tilburg na Holanda, passando pelo Porto no dia 21 de Fevereiro, no Armazém do Chá. Estão todos convidados a unir forças e levar com uma dose dupla de rock n? roll: heavy riffs, improvisação e viagens até à exosfera, com volta garantida. 
 
Já, o francês The Wooden Wolf - que nós já entrevistamos aqui no estaminé - junta-se ao cardápio para dar início a esta viagem, com a responsabilidade da Noir et Blanc, ele que anda em tour pelo país. "The Wooden Wolf é daqueles nomes que, no espaço de um ano, podemos dizer que já o conhecíamos antes de o vermos figurar nas tabelas dos melhores discos do ano ou a ter a atenção da imprensa musical internacional. Tudo isto pela sensibilidade rapidamente reconhecida na subtileza das suas arrepiantes canções e da voz que nos embarca no seu mundo." avançava o Ilídio Marques, aqui no espaço de um ano atrás.

O que falta dizer sobre este evento? Talvez a melhor parte. Os bilhetes custam dez euros, mas o Rock Rola em Barcelos tem dois para sortear. É isso mesmo, um passatempo para os mais rápidos e astutos que passamos a divulgar aqui na nossa loja. O desafio é fácil e consiste em três perguntas sobre cada uma das bandas do cartaz, que vocês terão de responder na caixa de comentários do nosso perfil do facebook. Os dois mais velozes a responder às questões apresentadas, vão obter via verde para este excelente serão nortenho.

Boa sorte:

  1. Em 2012, os The Machine participaram no carismático festival Duna Jam, onde tocaram com Colour Haze, Atomic Bitchwax e Kadavar. Em que região italiana decorreu esse evento?
  2. Como foi baptizado o último álbum dos Sungrazer?
  3. Na última entrevista que nos concedeu, o Alex Keiling confessa-nos que se pretende mudar para uma nova cidade, no futuro. Que cidade é essa?
(Atenção, os comentários nesta caixa de comentários do website não serão contemplados para este passatempo.)



Fonte: http://www.rockrolaembarcelos.com/2013/02/passatempo-sungrazer-e-machine-sim.html